domingo, 19 de fevereiro de 2017

CORRER FAZ O CÉREBRO CRIAR NOVOS NEURÔNIOS;LEVANTAR PESO,NÃO

Corrida; exercício

Mulher faz exercício: correr pode aumentar o número de células cerebrais (lzf/Thinkstock)

Correr faz cérebro criar novos neurônios; levantar peso, não

Pesquisa de universidade finlandesa afirma que correr auxilia na neurogênese




Se você está a fim de exercitar o cérebro, mas não quer enfiar a cara nos livros, aí vai uma sugestão: corra. E, olha, óbvio que se for para uma biblioteca isso pode ser ótimo para a educação, mas, no caso, o seu destino nem é tão importante assim. O principal aqui é que você use a corrida como exercício.
Pesquisadores da Universidade de Jyväskylä, na Finlândia, estão afirmando que correr pode aumentar o número de células cerebrais – pelo menos em ratos.
Os cientistas colocaram os roedores para malhar em três equipes diferentes: a primeira corria, outra levantava peso, e a última fazia um treinamento de alta intensidade – um crossfit para ratinhos.
A conclusão foi que, enquanto o primeiro grupo demonstrou uma multiplicação nas células do cérebro, os outros dois times não tiveram nenhuma mudança significativa.
Os exercícios foram adaptados para o corpo dos animais. Para o time da corrida, uma pequena esteira foi colocada para os ratos, que corriam por meia hora durante três dias da semana.
No caso dos que levantavam peso, amarraram pequenos pesos aos rabos dos roedores e os fizeram subis escadas. O terceiro grupo fazia o rato correr com arrancadas maiores e depois diminuir a velocidade, mas aplicando choques para fazer o animal correr sempre no seu limite.
De acordo com a pesquisa, o estresse pode estar relacionado com o fato das células não se reproduzirem nos outros casos. Tanto o levantamento de peso, quanto o treinamento de alta intensidade deixavam os ratos mais estressados.
“Estresse é comumente considerado um inibidor na neurogênese adulta”, explica o texto. Por outro lado, os ratos que resolveram correr na esteira por livre e espontânea vontade foram os que registraram o maior número de células cerebrais.
Apesar de não mostrar um aumento no número de células, Miriam Nokia, autora da pesquisa, afirma que os benefícios cerebrais de levantar peso podem existir, só que ainda não foram notados.
“Os efeitos do treino anaeróbico sobre o cérebro em definitivamente, algo que eu quero estudar mais”, disse Nokia em entrevista ao site americano Fastcoexist.
Fonte:http://exame.abril.com.br/tecnologia/correr-faz-cerebro-criar-novos-neuronios-levantar-peso-nao/
Corrida; exercício

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O FANTASMA NA MÁQUINA : A NEUROCIÊNCIA DA CONSCIÊNCIA


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O Fantasma na máquina: A Neurociência da Consciência

Artigo traduzido de Knowing Neurons
Algumas questões não podem ser abordadas pela ciência. Como os universos paralelos, a consciência dos outros não é algo que possa ser diretamente observado, medido ou experimentado. René Descartes disse a famosa frase: “Penso, logo existo”.
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René Descartes
Uma declaração que diz que somente o conhecimento da própria consciência é absoluto. Você assume que amigos e vizinhos possuem experiências subjetivas e internas semelhantes às suas. No entanto, você nunca saberá que esses indivíduos não são mentes irracionais autônomas , comportando-se de maneira semelhante a você, mas sem uma experiência consciente.
Embora seja impossível romper esta barreira epistemológica, a grande maioria de nós atua na suposição de que existem outras mentes e indivíduos com comportamento semelhante à nossa própria experiência do mundo como fazemos. Aceitando este axioma, perguntas profundas podem ser levantadas: Quais arquiteturas cerebrais melhor apoiam a consciência? Por que a consciência aparenta ser como “uma coisa” apesar de conter tanta informação? Por que a consciência desaparece durante convulsões? Por que lesões cerebrais impactam minimamente a consciência?
O neurocientista Giulio Tononi desenvolveu um sistema para responder a essas perguntas usando a estruturada da teoria da informação. Neste contexto, informação é uma redução na incerteza, como em tentar saber o valor de uma variável com muitos estados possíveis. A teoria de Tononi, conhecida como Teoria da Informação Integrada (TII), descreve a consciência como informação integrada em um sistema altamente diferenciado que não pode ser reduzido a partes constituintes. O córtex cerebral tem uma vasta capacidade de integrar e diferenciar informações, tornando sua arquitetura ideal para a consciência. Este equilíbrio entre integração e diferenciação é conhecido como phi, uma quantidade que um dia pode ser usada para medir a consciência de um cérebro ou outra rede.
O que acontece com a consciência se o repertório de possíveis estados de um sistema for reduzido? Durante uma crise epiléptica, uma grande população de neurônios reage de forma síncrona. Essas populações exibem em grande parte dois estados, ativo ou em repouso. Essa sincronia produz enormes e lentas ondas cerebrais em gravações de eletroencefalograma (EEG). Grandes ondas cerebrais se traduzem em consciência elevada? Não. Pacientes com epilepsia perdem a consciência durante convulsões porque o repertório de possíveis estados cerebrais é reduzido, produzindo menos informação para ser integrado na consciência.
O que acontece com a consciência se a integração de um sistema é reduzida? Seria a consciência proporcional ao número de neurônios no cérebro? Considere o cerebelo, sede da maioria dos neurônios do cérebro. Uma lesão nesta área da estrutura cerebral, que está envolvida na coordenação e equilíbrio, irá prejudicar a função motora e ainda assim minimamente afetará a consciência.
Por quê? O cerebelo é composto de circuitos lineares de alimentação direta: cadeias de neurônios que se projetam entre si com o mínimo de interferência entre as cadeias individuais. Enquanto o número de estados possíveis é alto, a informação do cerebelo pode ser reduzida a módulos independentes, deixando pouca informação a ser integrada na consciência.
TII parece explicar como o cérebro gera consciência, embora alguns possam rejeitar que não explica por que este misterioso fenômeno acontece. Mas nós sabemos realmente porque? Por que a massa tem inércia? Por que as cargas opostas se atraem? Para citar o falecido Richard Feynman,
“Algumas pessoas dizem, ‘Como você pode viver sem saber?’ Eu não sei o que eles querem dizer. Eu sempre vivo sem saber. Isso é fácil. Como você começa a saber é o que eu quero saber.”
Fonte:http://www.universoracionalista.org/o-fantasma-na-maquina-neurociencia-da-consciencia/
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domingo, 29 de janeiro de 2017

AS 6 DROGAS MAIS VICIANTES DO MUNDO E COMO ELAS AGEM NO CORPO


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As 6 drogas mais viciantes do mundo e como elas agem no corpo


AS 20 DROGAS MAIS PERIGOSAS DO MUNDO (EM ORDEM)

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AS 20 DROGAS MAIS PERIGOSAS DO MUNDO (EM ORDEM)

Provavelmente você usa uma ou mais, e nem sabia.
Paulo Finotti Publicado: 16/03/2015 12:50 | Atualizado: 16/03/2015 13:00

“Countdown to Delirium” (contagem regressiva para o delírio) é um documentário da BBC de Londres que aborda as drogas mais perigosas classificadas por um grupo de psicofarmacólogos liderados pelo Professor David Nutt, cuja pesquisa foi publicada no periódico The Lancet.
De acordo com o documentário, a classificação levou em contra três critérios: “o que provoca”, “taxa de dependência” e “consequências para a sociedade”. Porém, tal abordagem se tornou polêmica, focando-se em fatores físicos e psicológicos relativos aos efeitos de cada uma das drogas avaliadas individualmente.
Por ter ponto de vista britânico, se difere um pouco da realidade brasileira. A lista reflete, entretanto, principalmente a presença de drogas sintéticas que são introduzidas no Brasil para serem consumidas em baladas e shows.
A seguir, as drogas mais perigosas em ordem decrescente:

***

20. Khat

É um estimulante natural que atua como energizante, similar à anfetamina. Muito consumida na África Oriental, é um dos produtos cultivados mais populares do Iêmen. Assim como a folha de coca, na América do Sul, Khat é considerada uma droga sociável: as pessoas mascam a folha em momentos recreativos. A dependência é leve.
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19. Poppers

Apesar de parecido com o loló e lança-perfumes na maneira de inalar (cheirando direto da garrafa ou através de um pano molhado), o poppers é feito de substâncias diferentes. Como se trata de um nitrato, não pode ser consumido em conjunto com outras medicações como o viagra, pois aumenta a pressão sanguínea, apesar de ser muito usado no ato sexual. É rápido e dá uma sensação de relaxamento mesmo com o coração batendo mais rápido.

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18. Ecstasy (“Bala”)

O jeito mais comum de consumir ecstasy, também conhecido como “bala” e, em sua versão pura (“MD”) é engolindo a pílula, mas enfiar no ânus ou cheirar em pó, também são alternativas (oi?). Bala é a droga preferida dos baladeiros por aumentar a sensibilidade para luzes, sons e toque. Os verdadeiros perigos são o superaquecimento do corpo, taquicardia e desidratação.
Tomar muita água nesses casos pode ser tão fatal quanto ficar sem. Em 95, uma garota norte-americana de 15 anos morreu em um festival após ter tomado MD e muita, muita água. Sim, o corpo sofre intoxicação caso ela seja tomada muito rapidamente.
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17. GHB (“G”)

Conhece o golpe do “Boa Noite Cinderela”? Pois o “G”(lê-se dji), por ser consumido misturado à água ou outras bebidas, é uma das drogas usadas para estuprar, roubar coisas e orgãos de outras pessoas.
Ela costuma deixar os usuários chapados e com (muito) tesão, é muito usada também para aumentar efeitos de outras drogas, como a “bala”. O excesso de ingestão derruba qualquer marmanjo. Se combinada com álcool, remédios e anabolizantes, pode causar morte súbita.

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16. Esteróides Anabolizantes

São as famosas bombas de hormônio tão usadas pelos “marombeiros” de academia. É injetada diretamente no músculo, pois na veia é fatal. Para efeitos de curto prazo, anabolizantes causam acne, insônia, calvície, pressão alta, colesterol, entre outros.
Mas não pára por aí: por ser uma substância ilegal, geralmente são consumidas versões falsificadas, contaminadas, ou próprias para animais (a de cavalo é bem comum). Tudo isto fora os problemas psicológicos, que são pontos de partida e de chegada para o uso de anabolizante.
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15. Cometilfinidato

Faz parte da “Ritalina”, remédio usado no controle da hiperatividade. Quando vendido ilegalmente – e é aí que mora o problema – é esmagado e inalado para obter efeitos rápidos. Pode levar a convulsões, delírios, tremores, vômitos e dependência.
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14. LSD (“Ácido”, “Doce”)

Feito a partir de um fungo e vendido em cartelas, é uma droga alucionógena e psicodélica (um beijo para Woodstock). Causa viagens que duram horas e horas, mas também podem levar a “bad trips” incontroláveis durante todo o efeito, a depender do estado psicológico do usuário. A longo prazo, pode causa esquizofrenia, além de ataques de pânico e “flashbacks” (quando a viagem volta meses depois, do nada).
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13. Metiltioanfetamina (“4-MTA”, “Flatlinner”)

Uma anfetamina modificada, trinta e três vezes mais perigosa que o ecstasy, é vendida como alternativa e tem efeitos menores. Por isso, é comum que usuários morram de overdose após consumirem altas doses buscando a mesma euforia trazida pela bala ou MDMA.
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12. Cola

A cola de sapateiro é produzida para servir como adesivo de couros e borrachas, mas ultrapassou as fronteiras e há tempos causa dependência, principalmente entre moradores de rua. Provoca vertigens, tonturas, ilusões e sensações de flutuação. Com a tolerância do organismo, os usuários aumentam a dose rapidamente, o que provoca a dependência extremamente prejudicial.
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11. Maconha

Droga mais usada do planeta e meninas dos olhos do movimento “Legalize”, a maconha é controversa justamente pela infinidade de estudos e opiniões com as mais diversas conclusões. Mas como aqui a gente está pagando de advogado do diabo, é bom lembrar que o THC já foi associado a comportamentos psicóticos, além de problemas de memória e de cognição. Muitos usuários lidam com paranoia, bad trip e leseira, que podem depender também da infinidade de tipos da erva, cada uma delas levando a níveis diferenciados de sensações.
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10. Buprenorfina

Derivado da morfina, é recomendada para pessoas que estão tentando se livrar do vício de heroína, por ser mais fraca e atenuar as crises de abstinência. Na versão ilegal, é usada como alucinógeno com efeitos eufóricos. Como é forte, pode levar a uma overdose se mal administrada.
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9. Tabaco

O cigarrinho estreia o Top 10 das mais bandidas dentre as legalizadas. Introduzida no mundo moderno como símbolo de status e refinamento, o tabaco na realidade diminui a expectativa de vida em cerca de 10 anos e é a principal causa de aproximadamente 40% de todas as doenças hospitalares. Além de ser fedido.
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8. Anfetamina (“Cristal”, “Meth”)

A droga de Breaking Bad é barra pesada. Vicia rapidamente, causa paranóia, e seus efeitos a longo prazo são sequelas duradouras. Um dos mais feios é justamente o estético: danifica nariz, boca e, lá dentro do corpo, o pulmão. Isto pôde ser visto com alguns viciados na famosa série de Heisenberg. Há riscos de ataque cardíaco, derrame, coma e, claro, morte.
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7. Benzodiazepina

É um sedativo usado no tratamento de ansiedade, insônia e convulsões. Com álcool pode ser fatal, e sozinho pode causar ansiedade, depressão, náuseas e perda de memória. Além disso, causa dependência psicológica e física já nas primeiras seis semanas de uso deste tranquilizante.
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6. Ketamina (“K”, “Key”)

É um tranquilizante animal que geralmente é contrabandeado a partir de um veterinário com acesso a essas drogas. Muito comum em noitadas GLS, pode ser ingerido como líquido, fumado com maconha, inalado ou aplicado no músculo. Um efeito colateral temido durante o uso é a chamada “K-Hole”: a pessoa fica impossibilitada ou têm dificuldades de se mover, falar, engolir e até respirar. A longo prazo, há casos de infecção nos órgãos, depressão e ansiedade.
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5. Álcool

Se fosse concurso Miss Universo, esta não levaria a coroa por pouco, pelo menos nessa lista. Primeira e mais consagrada droga da humanidade, o álcool tem efeitos rápidos, desinibindo e estimulando o sistema de recompensas do cérebro. Após um tempo de bebedeira, causa náuseas e vômito. E com o consumo prolongado, estamos fadados a problemas no coração, no fígado e nos rins.
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4. Metadona

Semelhante à heroína mas menos viciante, causa overdose quando usuários tentam alcançar os mesmos efeitos daquela ingerindo maiores quantidades desta. Pode causar suores, problemas instestinais, gástricos e perda de apetite. Além disso, a dose misturada a sedativos e álcool aumenta a chance de morte súbita.
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3. Barbitúrico

É usada como sedativo e hipnótico (Veritaserum, a.k.a. a poção da verdade em Harry Potter), prescrita principalmente em casos de depressão, ansiedade e insônia. Em excesso, causa morte por overdose de forma rápida: depressão respiratória e cardiovascular é a causa.
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2. Cocaína / Crack

Das baladas às cracolândias, é misturada a milhares de ingredientes perigosíssimos que podem torná-la infinitas vezes mais viciante. Feita de folhas cultivadas em várias partes da América do Sul, faz o cérebro liberar dopamina, a substância responsável pelo bem estar. Em sua forma pura, induz estados de altos e baixos, que vão da alegria extrema à depressão. Já uma pesquisa feita em 2001 indica que dependentes do crack correm 8 vezes mais risco de morte que o resto da população, principalmente pela exposição à violência e à DSTs.
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1. Heroína

Esta é a droga que causa mais mortes (e consequências sérias de saúde) no mundo todo, segundo estudo realizado na Austrália. Feita a partir da morfina, é injetada para induzir no usuário um estado de euforia equivalente a um orgasmo, e isso já nos primeiros segundos. Porém, produz dependência física rápida à sensação de sedação posterior.
A maioria das mortes se dá por insuficiência respiratória, devido ao caráter depressor e calmante da droga. Já os efeitos psicológicos tornam os dependentes apáticos e desanimados, que podem evoluir para um quadro suicida.
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Fonte:http://sossolteiros.bol.uol.com.br/as-20-drogas-mais-perigosas-do-mundo-em-ordem/