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Mostrando postagens de Novembro, 2016

MUDANDO O MUNDO ATRAVÉS DA COMPREENSÃO DO UNIVERSO ELÉTRICO - O CÉREBRO É UM UNIVERSO ELÉTRICO

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Mudando o mundo através da compreensão do Universo elétrico 30 DE NOV DE 2016
"O teatro cósmico superou a fase newtoniana, e precisamos de uma definição maior para compreender o drama cósmico mais amplo. Em vez de uma visão de corpos isolados transformando engrenagem como em um vácuo, precisamos de uma visão de circuitos elétricos embutidos em um meio condutor cujos componentes dirigem uns aos outros e podem estar em ressonância. Nós deixamos o mundo familiar dos sólidos, líquidos e gasosos. Entramos em um mundo de plasma, onde as regras são diferentes e mais complexas. Nós agora vivemos em um universo elétrico."
livro “Electric Universe”  David Talbot e Wallace Thornhill
Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Swinburne e da Universidade de Cambridge em 15 de novembro de 2016 confirmaram que o electromagnetismo em uma galáxia distante tem a mesma força como aqui na Terra.
Link do estudo http://mnras.oxfordjournals.org/content/early/2016/10/08/mnras.stw2543
Os astrônomos medi…

ANTÔNIO DAMÁSIO,O NEUROCIENTISTA DAS EMOÇÕES

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António Damásio, o neurocientista das emoções







30 AGOSTO, 2016 -  António Damásio tornou-se com evidência um dos grandes nomes da medicina mundial. Profícuo investigador no campo da neurociência, emergiu como providencial na abordagem ao processo decisional pelo qual o ser humano passa inúmeras vezes. Nesse caminho de quase cinco décadas, foram várias as empreitadas científicas que contaram com este cunho luso. Reverente perante a arte e irreverente no estudo da humanidade, Damásio consolida-se hoje como um dos mais importantes pensantes no cruzamento da psicologia social com a medicina investigativa e ativa. António Rosa Damásio nasceu a 25 de fevereiro de 1944 em Lisboa. A sua formação decorreu na Universidade de Lisboa, licenciando-se e doutorando-se em Neurologia. As suas pesquisas foram inicialmente desenvolvidas no Centro de Estudos Egas Moniz, em particular no laboratório de investigação da linguagem. Para estender o alcance das suas pesquisas, emigrou com a sua esposa…

COMO EXERCITAR E DESBLOQUEAR A MENTE

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COMO EXERCITAR E DESBLOQUEAR A MENTE
Alguns pensam que a mente é o cérebro ou qualquer outra parte ou função do corpo, mas não é verdade. O cérebro é um objeto físico que pode ser visto, fotografado ou submetido a uma cirurgia. A mente, por outro lado, não é algo material. Ela não pode ser vista com os olhos nem fotografada ou operada. Portanto, o cérebro não é a mente, mas apenas uma parte do corpo. Não há nada dentro do corpo que possa ser identificado como sendo nossa mente, porque nosso corpo e mente são entidades diferentes. Por exemplo, às vezes nosso corpo está descontraído e imóvel, e a mente em plena atividade, movendo-se rápidamente de um objeto para outro. Isso indica que nosso corpo e mente não são a mesma entidade. Nas escrituras budistas, nosso corpo é comparado a uma hospedaria, e a mente, ao hóspede que ali reside. Quando morremos, a mente deixa o corpo e vai para uma próxima vida, como um hóspede que sai de uma hospedaria e vai para outro lugar. No Espiritismo, temos o…

NOBEL DE MEDICINA DIZ QUE MEMÓRIA PERDIDA POR ALZHEIMER PODE SER RECUPERADA

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Nobel da Medicina diz que  memória perdida por  Alzheimer pode ser recuperada
O Segredo • 20 de março de 2016
Pessoas que sofrem da Doença de Alzheimer podem não ter “perdido” a memória e têm apenas dificuldades em recuperá-la, concluem investigadores conduzidos pelo Nobel da Medicina Susumu Tonegawa, que na quarta-feira revelaram a possibilidade de um tratamento curar os estragos provocados pela demência. O prêmio Nobel da Medicina Susumu Tonegawa (1987) defende que o estímulo de áreas específicas do cérebro com luz azul permite a ratos de laboratório recuperarem experiências e memórias que pareciam esquecidas. Os resultados fornecem algumas das primeiras evidências de que a doença de Alzheimer não destrói por completo as memórias específicas, torna-as “apenas inacessíveis”. “Como seres humanos e ratos camundongos tendem a ter princípios comuns em termos de memória, os nossos resultados sugerem que os pacientes com a doença de Alzheimer, pelo menos nos estádios iniciais, podem preservar a m…